Seja mesário! Concordo! Eita, receita
boa doutor, mas tem umas condições: “Mesa só de bar, pois com certeza o
álcool não vai faltar e tem de todo teor. Vamos salvar à Democracia! Bem,
doutor, se ela estiver se afogando no mar, naquela praia maravilhosa, juro,
chamo o (a) salva-vidas. A curva com certeza caiu, não tenho dúvidas, doutor,
sem fazer regime e ficando em casa, nossa, todos (as) estão repletos (as) de
ondulações corporais, saradas somente as praias que ficaram desertas um certo
período".
E agora, as aulas devem ser presenciais?
Sim, doutor, porque o que não vai faltar é “deseducadores (as) da disciplina Político
(a) no Lar”, e claro, candidato (a) a algum cargo político. É hora de esquecer o
Auxílio Emergencial, Hospital de Campanha, e principalmente, “aquela máscara
usada há quatro anos”; é tempo de garantir um emprego com bom salário. De casa
em casa, juntamente com seus (suas) assistentes de palanque e do “Fique em
Casa” de antes, ou de agora, teremos magníficas aulas de preservação do meio
ambiente: “preservem às garoupas (figura da cédula de cem reais) e vamos
multiplicar o Lobo-Guará (figura da cédula de duzentos reais)”, estão usando
corretamente o fundo eleitoral. Ei, Fessor (a), quero minha nota!
Infelizmente na cesta básica que ofertamos não contém! A nota é remota!
Mais doutor, só faltou uma coisinha na
sua receita de mesário para combater a Covid-19, música, não aquela chata da
urna eletrônica e dos jingles (tinidos) dos (as) candidatos (as), mas a que
cura todos os males; amém! Uma boemia! Doutor, escuta aí:
“Naquela mesa ele
sentava sempre/ E me dizia sempre o que é viver melhor/ Naquela mesa ele
contava histórias/ Que hoje na memória eu guardo e sei de cor/ Naquela mesa ele
juntava gente/ E contava contente o que fez de manhã/ E nos seus olhos era
tanto brilho/ Que mais que seu filho/ Eu fiquei seu fã...”.
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"Não me tires o que não me podes dar!... Deixa-me ao meu sol."
- Diógenes de Sinope