Pobre
homem preso no lar.
Demente pela mídia eletrônica.
Lentamente devorado pela mosca.
Desesperadamente foge para a praça.
Chegando lá, procura respirar novo ar.
Celular ligado, hospedeiro que carrega.
Prolifera larvas religiosas e esportivas.
Políticas suja que atrai de novo a mosca.
Zumbindo de notícia falsa o incomoda.
Chateado se abana e não sente a brisa.
A vida passa, flor abre com o sol a raiar.
Nada ver além da mosca problemática.
Vão os dias, os meses, os anos e as horas.
Último suspiro, frio, volta a mosca a pousar.
Demente pela mídia eletrônica.
Lentamente devorado pela mosca.
Desesperadamente foge para a praça.
Chegando lá, procura respirar novo ar.
Celular ligado, hospedeiro que carrega.
Prolifera larvas religiosas e esportivas.
Políticas suja que atrai de novo a mosca.
Zumbindo de notícia falsa o incomoda.
Chateado se abana e não sente a brisa.
A vida passa, flor abre com o sol a raiar.
Nada ver além da mosca problemática.
Vão os dias, os meses, os anos e as horas.
Último suspiro, frio, volta a mosca a pousar.

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"Não me tires o que não me podes dar!... Deixa-me ao meu sol."
- Diógenes de Sinope