No
banco da praça ele sentava aos domingos.
Dialogava com os pensamentos sempre sozinho.
Companhia? Apenas dos cantos dos passarinhos.
Cantata apreciada pelos ouvidos repletos de carinho.
Olhar no coreto vazio, imagem viva de tempos idos.
Embora o sol o iluminasse, no presente, silêncio frívolo.
Respiro. Vento balança os galhos das árvores, acenos vivos.
Sorriso. Ideia sem sentido, esboços defensivos do seu íntimo.
Revoada de pombos no ar despertava os sentidos.
Carros trafegando, pessoas passando, indo e vindo.
O tempo seguindo seu fluxo infindo, advertindo.
É hora de levantar, até o próximo domingo!
Passo a passo daquele assento ia se despedindo.
Parceria fictícia que fica, mas lhe deixava preenchido.
Dialogava com os pensamentos sempre sozinho.
Companhia? Apenas dos cantos dos passarinhos.
Cantata apreciada pelos ouvidos repletos de carinho.
Olhar no coreto vazio, imagem viva de tempos idos.
Embora o sol o iluminasse, no presente, silêncio frívolo.
Respiro. Vento balança os galhos das árvores, acenos vivos.
Sorriso. Ideia sem sentido, esboços defensivos do seu íntimo.
Revoada de pombos no ar despertava os sentidos.
Carros trafegando, pessoas passando, indo e vindo.
O tempo seguindo seu fluxo infindo, advertindo.
É hora de levantar, até o próximo domingo!
Passo a passo daquele assento ia se despedindo.
Parceria fictícia que fica, mas lhe deixava preenchido.

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"Não me tires o que não me podes dar!... Deixa-me ao meu sol."
- Diógenes de Sinope