Da
árvore divina uma folha caiu.
Pousou no chão que lhe dera vida.
Ao sabor do vento seguiu sua sina.
Mas, algo funesto no seu íntimo emergiu.
A sua existência estava por um fio?
O tempo, o sol, o relento a esmaecia.
Antes esverdeada, agora amarelecida.
No galho, apogeu. Sem vínculo, declínio.
Decompunha-se conforme a intempérie do dia.
Seguindo o tempo, o ecossistema dela se nutria.
É chegado o momento da travessia do ciclo findo.
O Homem adquiriu mortalidade ante o fruto proibido.
A folha se desprendeu ao toque da mão na busca do infinito.
Por egoísmo, para um o jazigo, e para outra a vereda onde desfalecia.
Pousou no chão que lhe dera vida.
Ao sabor do vento seguiu sua sina.
Mas, algo funesto no seu íntimo emergiu.
A sua existência estava por um fio?
O tempo, o sol, o relento a esmaecia.
Antes esverdeada, agora amarelecida.
No galho, apogeu. Sem vínculo, declínio.
Decompunha-se conforme a intempérie do dia.
Seguindo o tempo, o ecossistema dela se nutria.
É chegado o momento da travessia do ciclo findo.
O Homem adquiriu mortalidade ante o fruto proibido.
A folha se desprendeu ao toque da mão na busca do infinito.
Por egoísmo, para um o jazigo, e para outra a vereda onde desfalecia.

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"Não me tires o que não me podes dar!... Deixa-me ao meu sol."
- Diógenes de Sinope